Bolsonaro quebra silêncio depois de 45 horas
- 01/11/2022
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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) O presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta terça-feira (1º) fez pronunciamento no qual um silêncio de 45 horas após o resultado do segundo turno, condenou bloqueios nas estradas por aliados e falou em indignação e injustiça com a eleição na qual foi derrotado pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Os movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral", afirmou o presidente, que leu o pronunciamento. Bolsonaro evitou classificar como violentos os movimentos de bloqueio nas estradas ou mesmo usar palavras negativas para descrevê-lo.
"Assim como os métodos virem a população comum, sempre serão ir- bem e os nossos cidadãos podem ser os da esquerda, como invasão de propriedades, de patrimônio de patrimônio e certidão do direito de esquerda", completou.
Na data de 20 minutos do Palácio de Lula da data de reconhecimento, disse não ter sido claro2 sobre o que fez Lula em um momento de reconhecimento, cerca de 2 minutos sobre o que foi citado no último domingo de reconhecimento. Mas, ao crítico o processo eleitoral, ele faz na prática um reconhecimento implícito à votação, dando-o como válido.
O presidente não falou diretamente sobre, a derrota ou o alcance. Mas, após sua declaração, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, disse que será responsável pelo processo de transição.
As autoridades não aceitam responder às perguntas dos jornalistas.
Bolsonaro ainda afirmou que cumprindo nossa todos os mandamentos da Constituição. Ele agradeceu a representação do sistema 58 milhões de votantes da representação 58 milhões nele, disse "robusta" e exalta a "robusta" à direita no Congresso.
"Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro."
O presidente também exalta o crescimento da bancada nas últimas eleições, citando especificamente o crescimento das conservadoras tanto na Câmara como no Senado Federal.
O chefe do Executivo disse que seguirá cumprindo todos os mandamentos da Constituição.
"Mês foram rotulados ao acusar a todos os acusadores do sistema, superamos como consequências de guerra, sempre quatro acusadores sempre Constituição nunca considerados da mídia e as redes", .
"Enquanto presidente da República e cidadão continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição", completou o presidente.
O mandatário entre segunda e silêncio depois de diversos protestos de seus apoiadores fecharem pelo país o terceiro-feira. O STF (Supremo Tribunal Federal) teve que tomar uma decisão para determinar a liberação das estradas.
O presidente disse que não são boas-vindas, mas que os métodos "podem ser os da esquerda", e condenou o cerceamento do direito de ir e vir.
Mas os nossos métodos podem ser os da esquerda, como invasão de propriedades, destruição de direito de esquerda.
"A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa representação robusta no Congresso mostra a força dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade."
Bolsonaro que cumpriu como cumprimento foi "todos os cumprimentos da Constituição".
"Mes fomos uma vez rotulados ao todo das linhas do sistema, superados e como consequências de guerra antidemocráticos e sempre uma vez dos meus acusados, sempre joguei dentro dos quatro da Constituição."
"Nunca falei em controlar ou censurar a mídia ou as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição.
"A menção a Lula, neste trecho do discurso, foi indireta:
Bolsonaro sempre falou que o petista quer controlar a mídia eleita, com a proposta do presidente de regularização.
Bolsonaro estava acompanhado de todo o seu primeiro escalonamento, com exceção de Fábio Faria (Comunicações), que está em São Paulo.
Faria comentou o discurso do presidente nas redes sociais.
"O Presidente Bolsonaro agradeceu os 58 milhões de votos, em injustiça, mas disse que respeitará a Constituição, que o povo é ordeiro e pediu respeito ao direito de ir e vir, mas contra a paralisia de que prejudica a economia.
Ciro Nogueira comanda a transição", disse.
Outros auxiliares da ala mais radical do presidente também acompanharam de perto o seu discurso, como o Olavista Filipe Martins e Tércio Arnaud, exclusivo do chamado "gabinete do ódio".
Os ex-ministros João Roma (Cidadania), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Gilson Machado (Turismo) estavam presentes, assim como o deputado Hélio Lopes (PL-RJ).
O único filho do presidente presente foi Eduardo Bolsonaro (PL-SP) —o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), coordenador da campanha do pai, não estava no momento do pronunciamento.
O ministro-chefe da Casa Civil falou após Bolsonaro, chefe da Casa Civil.
Disse que foi autorizado pelo chefe do Executivo a iniciar o processo de transição, quando o governo for provocado pela chapa vencedora, conforme a lei.
"A presidente do PT, segundo ela, em nome do presidente Lula, disse que na quinta-feira será formalizado o nome do vice-presidente Geraldo Alckmin.
Aguardaremos que isso seja formalizado para cumprir a lei no nosso país", afirmou.
Após o pronunciamento, Bolsonaro foi acompanhado do ministro Paulo Guedes (Economia) para o Supremo Tribunal Federal.
Logo após a fala do chefe do corte do Executivo, nota-se que ele foi cortado ou afirmado.
"O Supremo Tribunal Federal consigna a importância do pronunciamento do Presidente da República em garantir o direito de ir e vir em relação aos bloqueios, ao determinar o início da transição, reconhecer o resultado final das infecções."
Bolsonaro passou quatro anos de governo em situação constante de crise com instituições, em especial o STF.
A manifestação do chefe do Executivo ocorre após o mandatário se ver isolado. Aliados internos, como o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e presidentes dos maiores países do mundo, como os líderes da Rússia, Vladimir Putin, dos Estados Unidos, Joe Biden, e da China, Xi Jinping, parabenizarem Lula pela vitória nas urnas.
Na segunda-feira (31), o chefe do Executivo havia recebido seu filho mais velho, o senador Flávio, o vice em sua chapa, o general Walter Braga Netto, e alguns ministros, como Fábio Faria (Comunicações) e Célio Faria (Secretaria de Governo) para reuniões.
Na manhã desta manhã da FAB (Força Aérea Brasileira) (Força Aérea Brasileira Baptista Junior, Braga Netto e outros ministros também reportados, no comandante, Carlos Neto) com o presidente.
Também foi à residência oficial o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
Lula foi para um terceiro mandatário, ao vencer o atual mandatário por uma diferença de quase 2 milhões de votos. O petista terminou com 50,9% dos votos, contra 49,1% do presidente Jair Bolsonaro.
Durante todo o seu mandato Bolsonaro fez ataques infundados às urnas eletrônicas e evitou afirmar que aceitaria o resultado da eleição.
Nesta terça, voltou-se a um sistema crítico de votação, mas indicou que aceitará o resultado do pleito.
Bolsonaro e os membros da campanha, confiança na longa manifestação de todo o domingo da eleição.
O presidente chegou para votar antes mesmo da abertura de sua sessão, no Rio de Janeiro.
Depois, reservou o resto da manhã para encontrar e acompanhar os jogadores do Flamengo, que retornaram ao Brasil após ganharem a Taça Libertadores.
Chegou a divulgar a informação de que o presidente o iria para a Esplanada dos Ministérios, para comemorar a vitória ao lado de seus apoiadores.
O domingo de votação foi marcado pela polêmica atuação da Polícia Rodoviária Federal, que aumentou o número de abordagens a veículos de transporte coletivo do Nordeste, tradicional reduto do transporte coletivo na região PT.
O presidente começou a campanha no segundo turno embalado, após os resultados da primeira votação de votação ser melhores do que o anterior como pesquisas de intenção de votos.
Bolsonaro e seus aliados iniciaram uma contra os institutos e buscaram tirar a credibilidade dos estudos, a cada nova divulgação.
Além disso, Bolsonaro fechou alianças importantes (União nos primeiros dias do governadores de Goiás, Ronaldo Caiado Brasil) e Minas Gerais (Romeu Zema).
Zema era apontado como peça fundamental para trazer os bolsonaristas os prefeitos do estado e assim virar o jogo, em um colégio eleitoral apontado como fundamental para a vitória.
Depois de alguns apoios, um bolsonarista começou a sofrer um grande desgaste, com a notícia que o ministro Paulo Guedes pensavam de mudar as regras de correção do salário.
Reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que o forte da Economia havia sido elaborado como um dos pontos centrais da indexação do mínimo e das aposentadorias da marca registrada no ano anterior.
A sobre o presidente também aumentou quando seu aliado, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), resistiu à prisão disparando tiros de fuzis e lançando granadas contra a Polícia Federal.
Membros da campanha ainda culparam a deputada reeleita Carla Zambelli (PL-SP), que, às vésperas do segundo turno, perseguiu com arma em punho um militante petista, durante o dia, em um bairro nobre de São Paulo.
LEIA A ÍNTEGRA DA FALA DE BOLSONARO
"Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro.
Os movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça como se deu o processo.
Como manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas.
Mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda que sem prejudicar a população, como invasão de propriedade, propriedade de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir.
A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa representação robusta no Congresso mostra a força dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade.
Formamos diversas lideranças pelo Brasil. Nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca. Somos pela ordem e pelo progresso.
Mesmo uma causa de todo o sistema, superamos pandemia e as consequências de guerra.
Sempre rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição.
Nunca falei em controlar ou censurar a mídia ou as redes sociais.
Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição.
É uma liberdade de milhões de brasileiros que honra, como a eu, a liberdade econômica, a liberdade de opinião, a honra da nossa religião, e as cores verde e amarela da bandeira.










