MICRO E PEQUENAS EMPRESAS AUMENTAM PARTICIPAÇÃO NA ECONOMIA BRASILEIRA
- 24/10/2022
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As micro e pequenas empresas já correspondem a 30% do Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de produtos, serviços e recursos de referência no país.
Com um faturamento que chega a R$ 3 trilhões por ano, o setor é responsável por 78% dos empregos gerados, além de promover em larga escala a inclusão produtiva dos microempreendedores individuais (MEI).
Diferentes fatores determinam o tipo de empresa nesse segmento, e o critério preponderante é o faturamento anual.
De acordo com o Secretário Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Alexandre Iwata, “no caso do MEI, empresas que vão até o faturamento anual de R$ 81 mil.
Quando a gente olha para pequenas empresas a gente está com faturamento até R$ 360 mil R$ 4,8 milhões.
E quando a gente olha para microempresa, são empresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano.”
O setor de Serviço é o que mais detém micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais, sinalizando mais da metade dos cadastros ativos no país.
Outros setores também se destacam como o Comércio, a Indústria e a Construção Civil.
Essa concentração na área de serviços é comum nas economias, por alavancar os arranjos produtivos de outras indústrias, o que impulsiona a criação de empregos.
“Quando a gente olha para a geração deste emprego que o Brasil gerou ao longo do ano de 2022, a gente quase 1 milhão de empregos no setor, esse montante, 72% foi justamente nesse segmento de micro e pequenas empresas, e aí novamente o setor de serviços teve uma representatividade muito importante nesse processo”, destaca o secretário Alexandre Iwata.
Desburocratização
Outro fator que acelerou a criação de arranjos produtivos no país foi o processo de abertura do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
O tempo gasto para abrir uma empresa no país é crescente desde 2019; o tempo médio era de 5 a 6 dias. Em agosto deste ano, o tempo é de 23 horas.
Em alguns estados brasileiros, o marco é de 5 horas.
Tal facilidade revela um ambiente de negócios favorável à criação de novas empresas, e é visto por empresários como um diferencial.
Um avanço que refletiu a adoção de medidas para reduzir a tarefa e facilitar a vida de quem quer empreender, como explica o segredo "para gente chegar a um ato de facilitação isolado.
A gente teve o marco de melhoria do ambiente de negócios, uma medida provisória de 2021; Antes disso a gente teve a Lei da Liberdade Econômica, que traz a definição de atividade de baixo risco.
Com isso, identificam-se cerca de 300 atividades que para entrar em operação não precisam de alvará, e isso traz uma celeridade muito grande para a empresa começar a funcionar.”
Além do tempo único, como novas empresas também ganham a facilidade da assinatura digital, que dispensa o empreendedor do tempo e do custo de preparação da documentação em carro.
Ficam livres de licenciamento ambiental, e autor de órgãos como Corpo de Bombeiros e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Tecnologia 5G impulsiona micro e pequenas empresas no Brasil
A implantação da tecnologia 5G no Brasil simboliza grande oportunidade para micro e pequenas empresas, especialmente por desenvolvimento de softwares e outras soluções automatizadas como automação industrial, em R$ 101 bi até 2030, segundo o secretário Iwata.
Ele ainda afirma que a tecnologia 5G trará outros impactos positivos, como ganhos de produtividade e redução de custos.
A demanda por inovação tecnológica é outra fonte de oportunidades para novas empresas, especialmente para startups, um segmento que vem crescendo muito no país, com o apoio de políticas públicas específicas, como o InovAtiva Hub.
“O Inovtiva Hub é um processo maior de startups que traz conhecimento, tira dúvidas, traz.
E até hoje já grandes empresas nessewata 2,8 projeto InovAtiva Hub”, explica Alexandre I nessewata.










